Congresso abre inscrições para o público em geral e chamada para monitores
Enviado por imprensa em qua, 25/09/2019 - 15:13


A Universidade Federal da Bahia, assim como todas as universidades públicas brasileiras, atravessa uma grave crise orçamentária, resultado do severo bloqueio imposto pelo Governo Federal a uma dotação já grandemente defasada ao longo dos últimos anos. Por isso, vê-se obrigada a tomar novas e mais incisivas medidas de redução de seu custo operacional, a fim de resistir de portas abertas, ainda que funcionando em condições aquém do essencial, neste e no próximo ano.

O FOPROP-Regional Nordeste repudia a decisão do Ministro da Educação, Abraham Weintraub, de manter a suspensão das bolsas dos programas de pós-graduação com notas 3 e 4.

EAUFBA 60 anos, 50 anos do Curso de Secretariado Executivo, 40 anos do Núcleo de Pós-Graduação em Administração, 30 anos da Empresa Junior, 20 anos do CIAGS e 10 anos do PROGESP.

Pouco mais da metade (51,3%) dos servidores da UFBA autodeclaram-se negros – resultado da soma de pretos (14,5%) e pardos (36,8%), que, juntos, formam a população negra, segundo critério adotado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outros 34,4% declaram-se brancos; 1,2%, amarelos; e 0,8%, indígenas. Não há informações sobre 12,2% do quadro permanente da Universidade.
Os cortes em bolsas de pesquisa e pós-graduação recentemente anunciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) colocam em risco o sistema nacional de pós-graduação, criado e aprimorado, ao longo das últimas cinco décadas, como uma política do Estado brasileiro, essencial ao desenvolvimento da ciência e da cultura nacionais. A Universidade Federal da Bahia foi parceira de primeira hora desse projeto, desde o final da década de 1960, quando foram criados os seus primeiros programas de pós-graduação.

MOÇÃO CONTRA OS CORTES SOFRIDOS PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA